A Homeopatia é um sistema médico complexo, de caráter holístico, baseada no princípio vitalista e no uso da lei dos semelhantes enunciada por Hipócrates no século IV a.C., segundo a qual os semelhantes se curam pelos semelhantes, isto é, para tratar um indivíduo que está doente é necessário aplicar um medicamento que, quando experimentado em um homem sadio, apresente os mesmos sintomas que o doente apresente. Esse princípio é parecido com o das vacinas.
Foi desenvolvida por Samuel Hahnemann no século XVIII que, após estudos e reflexões baseados na observação clínica e em experimentos realizados na época, sistematizou os princípios filosóficos e doutrinários da homeopatia em suas obras Organon da Arte de Curar e Doenças Crônicas.
A partir daí essa racionalidade médica experimentou grande expansão por várias regiões do mundo, estando hoje firmemente implantada em diversos países da Europa, das Américas e da Ásia.
No Brasil, a Homeopatia foi introduzida por Benoit Mure em 1840, tornando-se uma nova opção de tratamento.
Outro pilar fundamental é o tipo de remédio usado nos tratamentos, feito com extratos provenientes dos reinos animal, mineral e vegetal, sempre muito diluídos.
Ao contrário da alopatia, o tratamento homeopático tem como foco o paciente e a história da doença, estimulando o organismo a processar a auto cura, utilizando medicamentos homeopáticos preparados a partir de uma solução de álcool e água (tinturas) e diluídos muitas vezes para diminuir os efeitos colaterais.
Essa super diluição faz com que o remédio seja tomado em pequenas doses, com uma frequência maior e por mais tempo que os medicamentos alopáticos – daí a expressão popular “em doses homeopáticas”.
Se antes a homeopatia era tida como uma alternativa à alopatia, hoje ela é vista como uma prática complementar à medicina convencional. Tanto que, desde 2006, ela faz parte da Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares do Ministério da Saúde, sendo oferecida gratuitamente em unidades da rede pública.
A implementação da homeopatia no SUS representa uma importante estratégia para a construção de um modelo de atenção centrado na saúde, uma vez que:
– Recoloca o sujeito no centro do paradigma da atenção, compreendendo-o nas dimensões física, psicológica, social e cultural. Na homeopatia o adoecimento é a expressão da ruptura da harmonia dessas diferentes dimensões. Desta forma, essa concepção contribui para o fortalecimento da integralidade da atenção à saúde.
– Fortalece a relação médico-paciente como um dos elementos fundamentais da terapêutica, promovendo a humanização na atenção, estimulando o autocuidado e a autonomia do indivíduo.
– Atua em diversas situações clínicas do adoecimento como, por exemplo, nas doenças crônicas não-transmissíveis, nas doenças respiratórias e alérgicas, nos transtornos psicossomáticos, reduzindo a demanda por intervenções hospitalares e emergenciais, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida dos usuários.
– Contribui para o uso racional de medicamentos, podendo reduzir a fármaco-dependência.
O Dia Nacional da Homeopatia tem como objetivo homenagear a instauração da técnica holística no Brasil e disseminar informações sobre os benefícios desse tipo de tratamento.
Fontes:
Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH)
Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo
Prefeitura Municipal de Contagem (MG)
A Terapia Floral, Essência floral, Elixir floral ou Florais de Bach é uma abordagem complementar e natural que tem ganhado cada vez mais espaço no cuidado integral da saúde e do bem-estar. Longe de ser apenas um placebo, ela se baseia em um sistema delicado e profundo que utiliza a energia vibracional das flores para atuar diretamente no estado emocional e mental do indivíduo.
Desenvolvida inicialmente pelo médico britânico Dr. Edward Bach na década de 1930, a ciência floral parte do princípio de que a maioria das doenças físicas tem origem em desequilíbrios emocionais e conflitos internos. As essências florais, portanto, não visam o sintoma físico em si, mas sim a restauração da harmonia entre a mente e o corpo.
As essências são preparadas a partir da infusão de flores silvestres em água pura, sob a luz do sol ou através de fervura, seguindo um método específico. O resultado é um líquido que carrega a frequência energética da flor, capaz de ressoar com as nossas emoções e corrigi-las suavemente.
O uso das essências florais oferece uma série de benefícios, agindo como um catalisador para a transformação pessoal:
Reequilíbrio Emocional Profundo: É o benefício central. As essências ajudam a dissolver padrões emocionais negativos como medos, raiva reprimida, insegurança, impaciência, culpa e tristeza, substituindo-os por seus opostos positivos, como coragem, paz, autoconfiança e otimismo.
Redução do Estresse e da Ansiedade: Em um mundo agitado, os florais atuam como um bálsamo para o sistema nervoso, promovendo um estado de calma e clareza mental sem causar dependência ou sonolência.
Aumento da Autoconsciência: Ao estabilizar as emoções, o indivíduo se torna mais consciente de seus próprios sentimentos e reações, facilitando a tomada de decisões e a superação de desafios.
Apoio em Transições de Vida: São excelentes aliados em momentos de grandes mudanças, como luto, separações, mudanças de carreira, adolescência ou menopausa, fornecendo o suporte necessário para atravessar essas fases com mais serenidade.
Melhora da Concentração e Foco: Essências específicas podem ajudar a combater a dispersão e a procrastinação, promovendo maior clareza mental para o trabalho e os estudos.
A Terapia Floral é um método suave, natural e acessível que pode ser utilizado de forma complementar com qualquer outro tratamento, seja ele alopático, homeopático ou terapêutico, potencializando o caminho para um estado de saúde e felicidade genuínas.
Permita que a natureza te ajude a florescer!
Fontes: Conteúdo é baseado nos Princípios do Sistema Floral do Dr. Edward Bach.